Blog que começou com denuncia sobre o calendário MAYA, que seguiu em frente com particularidades ATUAIS de nossos DRAMAS do cotidiano e sobre o PORTAL DO QUADRADO que hoje tratamos da 4D para 5D...Ficando a critério de cada QUAL o que significa na realidade esses símbolos (ARCHÉS) que com o tempo são acrescentados ou diminuídos conforme a vontade de QUEM MANDA ou de quem é MANDADO......
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domingo, 6 de outubro de 2013
Atlantida de 100.000 a.C a 50.000 a.C
Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.
Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemúrios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.
Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas eram voltadas ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.
Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de “Os Filhos de Belial” (os filhos das Trevas). Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Outro grupo chamado de “As Crianças da Lei do Uno“( os filhos da Luz), era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam “As Crianças da Lei Um” porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um.
Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.
Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.
As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.
Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.
Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemúrios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.
Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatan, e para a América do Sul.
sábado, 5 de outubro de 2013
O Ato Moral para que o Indivíduo mantenha-se ESCRAVO.......
Sobre a liberdade e harmonia mútua, trata-se de uma conclusão ética acerca do que a moral necessita ser para atingir um ponto de bem estar social, não é uma conclusão eterna e perene, uma vez que os estudos éticos do passado nem sempre consideraram liberdade como uma necessidade humana e, por incrível que pareça, ainda existem os que não consideram-na como tal. Daí que podemos nos lembrar do que foi falado antes: O ser humano moral não necessariamente é um ser humano ético. Dependendo do ponto de vista, manter um escravo é um ato moral.
Quando se tem PRAZER no que se faz.....
também tenho, pois passo o maior tempo estudando..... e repasso para quem me acompanha... e olha q não é fácil me acompanhar.... essa semana falei dos Judeus americanos que fizeram as 2 guerras e FUI ENTENDIDO como se fosse NAZISTA e ainda não me deram tempo para REPLICA.....mas é bem claro como o MEDO gera também mais IG......
A moralidade e seu PRINCÍPIO.
“A moralidade é uma totalidade formada pelas instituições (família, religião, artes, técnicas, ciências, relações de trabalho, organização política, etc.), que obedecem, todas, aos mesmos valores e aos mesmos costumes, educando os indivíduos para interiorizarem a vontade objetiva de sua sociedade e de sua cultura.”**
Plínio, o Velho. Por Perce Polegatto..
Plínio, o Velho
QUA, 25.JAN.2012 | Por PERCE POLEGATTO
O precursor enciclopedista (e suas criaturas maravilhosas)
Plínio, o Velho
(Caio Plínio Segundo) (Como, 23 – Stabia, próximo a Nápoles, 79)
Naturalista e autor romano, caso raro em que um mesmo homem conciliou uma importante carreira militar com a erudição, alistando-se primeiro na cavalaria, sendo promovido no decorrer da vida a cargos mais altos e terminando como comandante de navios de guerra da frota romana – num tempo em que o comandante realmente ia à guerra. Plínio era o modelo perfeito do pesquisador compulsivo: se não estava lendo ou ouvindo alguma coisa de alguém, estava escrevendo. Em suas viagens, anotava inúmeras observações, tentando satisfazer sua incontrolável curiosidade e busca por conhecimento. Usava todo tempo livre para o estudo, tendo sido um importante compilador de textos de seus antecessores. Sua obra mais conhecida, História natural, em 37 volumes, é o mais próximo que se pode ter de uma enciclopédia na Antiguidade, tendo se tornado um modelo para trabalhos posteriores, com descrições de animais, vegetais, pedras e toda sorte de fenômenos geográficos, além de estudos sobre costumes e comportamento de outros povos, numa antecipação da Antropologia como a conhecemos. O Império Romano vivia sua fase de ouro, e a expansão sob o domínio dos césares permitiu a Plínio, como líder de diversas missões militares, conhecer lugares distantes, faunas e floras nunca vistas por seus compatriotas. O problema com seu compêndio enciclopédico, um vasto trabalho individual tentando abranger todas as áreas do conhecimento, é que Plínio, o único romano a realizar tal feito, não usava critérios científicos (como fazia Aristóteles, por exemplo) e aceitava como verdade informações passadas por viajantes das mais diversas procedências. Descrevia lobos e também lobisomens, mesmo sem alguma vez ter visto um – sendo possivelmente a primeira vez que se tenha mencionado, num documento escrito, a figura do lobisomem, mais tarde parte integrante do folclore medieval, trazido à América pelos colonizadores europeus. Plínio considerava com naturalidade a existência de sereias, dragões (que ele pensava serem inimigos naturais do elefante) e inúmeros casos bizarros dos confins da Terra, como os homens sem boca, que se alimentavam do aroma das flores. Sugeriu que o avestruz (recém-descoberto pelos romanos) fosse o cruzamento de uma girafa com uma melga, assim como achava possível que o Minotauro fosse resultado do acasalamento de um touro com uma mulher. Seus escritos enumeravam uma lista de bestas lendárias, entre basiliscos, crocotas e mantícoras, que posteriormente povoariam o imaginário medieval. Era um tempo mágico e fascinante, uma era pré-Darwin, quando ainda se podia considerar a existência de certas espécies como produtos de cruzamentos improváveis, tanto quanto era possível acreditar em sereias, anjos e cavalos com asas. Ironicamente, o mérito da obra de Plínio foi justamente mesclar a realidade e a imaginação, mantendo aceso o fascínio pela exploração do mundo e dos fenômenos naturais pelos séculos seguintes, até que, logo após o Renascimento, a Revolução Científicapassasse a revestir de métodos mais confiáveis os objetos de investigação em geral. Não há evidências de que Plínio tivesse a pretensão de elaborar uma enciclopédia. O fato é que ele se interessava por uma grande diversidade de assuntos e era obcecado por saber tudo. Como filósofo da natureza, considerava o elefante o animal mais próximo do homem, por agir orientado por virtudes como a prudência, a equidade e por sentir amor ao próximo. Quanto aos seres humanos, alegava ser impossível definir a felicidade, por tratar-se de algo subjetivo e não passível de conclusões finais. Dedicou especial atenção a refletir sobre os partos, por assinalarem uma fronteira decisiva: dependendo das dificuldades envolvidas, quem existe poderia não existir ou ser diferente, portanto muito do destino humano ficava decidido ali, naquele momento único. Plínio entendia que as esperanças e os medos de um além eram ilusórios. Para ele, a alma não sobrevivia à morte, quando então se iniciaria uma não-existência equivalente (e simétrica) àquela que precedia o nascimento. Também por isso, aconselhava que se vivesse plenamente o presente, permitindo que a alma se dobrasse sobre si mesma, fruindo assim dos encantamentos do mundo natural. Segundo ele, mesmo quando os fenômenos são esclarecidos, eles não deixam de ser maravilhosos. Plínio morreu asfixiado pelos gases tóxicos do Vesúvio, que tinha acabado de soterrar as cidades de Pompeia e Herculano, do qual tentou se aproximar movido por sua irrefreável curiosidade científica. Ele estava com sua frota numa base naval a alguns quilômetros dali quando foram surpreendidos pela erupção. Ordenou que lhe preparassem um barco e uma pequena tripulação, rumou em direção a Pompeia, mas antes disso tiveram que aportar em Stabia, devido às altas temperaturas e às nuvens de gases vulcânicos desviadas pelo vento. De lá, ele seguiu por terra enquanto os moradores do local tentavam fugir, em sentido contrário. Pouco depois, seu corpo foi encontrado por seus companheiros.
• Plínio, o Velho, não se casou nem teve filhos. Plínio, o Jovem, era seu sobrinho, filho de sua irmã, que se chamava Plínia.
• Em Otelo, de Shakespeare, o personagem-título encanta Desdêmona com narrativas extraídas dos textos de Plínio.
• Na língua inglesa, a Vulcanologia usa o adjetivo plinian, referindo-se a erupções em série, como as que destruíram Krakatoa no século 19.
Leia mais sobre autores da Antiguidade: Anaximandro, o mais antigo astrônomo conhecido
Conheça mais pessoas e suas vidas em Referências biográficas
Imagem: Leucrocota. Ilustração em um bestiário inglês do século 15.
Fadinhas formando as Primeiras Moléculas há 4bilhões de anos....
Não há misticismo na natureza, só na pródiga imaginação humana.
Não há uma legião de espíritos flutuando entre as estrelas.
Não havia fadinhas juntando átomos para formar as primeiras moléculas orgânicas há quase 4 bilhões de anos.
Não há entidades fantasmagóricas decidindo o seu e o meu destino.
A natureza é real. É o cenário de nossa vida. É o ambiente dinâmico de onde conseguimos nosso alimento e o que mais for preciso para estender nossa permanência, individualmente breve, mas, como espécie, já configurando uma saga estonteante de feitos extraordinários, ao longo de muitos milênios, entre grandes tragédias e atos comoventes de ternura e heroísmo.
Atlântida, o continente perdido.
http://extraterrestresmyblog.wordpress.com/category/atlantida-o-continente-perdido/

Atlântida, o continente perdido
Milhares de anos após ter submergido (em 10.986 a.C.) nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.
A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto a história que divulgam a datam com uma idade de apenas desde 4.000 a.C.
Thoth3126@gmail.com
Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)
Outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:
Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.
Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, um pseudo arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados (e na maioria das vezes eles estão errados…). Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.
Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as “fortalezas” de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero. A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão.
Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís. Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.
Pressupõem que os atlantes chegaram a conviver com os lemurianos, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.
A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão. Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.
Fonte:
O Teletransporte.....
02.06.2013
O teletransporte já é uma realidade
Uma pessoa é desmaterializada em um ponto do espaço e tempo volta a se materializar em outro ponto distante, quase que instantaneamente. Em pouco tempo essa cena poderá não ser uma exclusividade da ficção científica.
Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Hefei, na China, conseguiram, pela primeira vez na história, teletransportar um objeto macroscópico a uma distância de 150 metros, utilizando o princípio de enlace quântico, no qual duas partículas compartilham a mesma existência, ou seja, uma mesma informação, independentemente da distância entre elas.
Desse modo, a transmissão entre dois objetos se faz possível de forma instantânea, de um ponto a outro, sem que a informação tenha que atravessar o espaço que os separa. No entanto, a ponte quântica definida pela brecha de tempo na qual esta informação se mantém intacta antes de ser destruída, não supera atualmente os 100 microssegundos.
Em Londres, especialistas da Universidade de Cambridge conseguiram desenvolver um modelo matemático que explica como aumentar a resistência da união quântica, ao abrir as portas para computação quântica, essencial para uma teletransportação complexa.
Segundo os cientistas, este foi um avanço fundamental, embora o mais importante ainda esteja por vir.
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