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domingo, 6 de outubro de 2013

"Produtos típicos da pseudociência e da superstição - essa não é uma lista abrangente, mas apenas representativa - são a astrologia; o Triângulo das Bermudas; o Pé Grande e o monstro do lago Ness; os fantasmas; o "mau-olhado"; as "auras"

Carl Sagan e as Pseudociências

"Produtos típicos da pseudociência e da superstição - essa não é uma lista abrangente, mas apenas representativa - são a astrologia; o Triângulo das Bermudas; o Pé Grande e o monstro do lago Ness; os fantasmas; o "mau-olhado"; as "auras" multicoloridas, semelhantes a halos, que supostamente circundam a cabeça de todas as pessoas (as cores são personalizadas); a percepção extra-sensorial (ESP), o que inclui a telepatia, a precognição, a telecinesia e a "visão remota" de lugares distantes; a crença de que 13 é um número de "azar" (razão pela qual muitos hotéis e edifícios comerciais na América do Norte passam diretamente do 12º para o 14º andar - por que correr o risco?); estátuas que sangram; a convicção de que andar com uma pata do coelho traz boa sorte; as varinhas divinatórias, a rabdomancia e a hidroscopia; a "comunicação facilitada" no autismo; a crença de que lâminas de barbear ficam mais afiadas quando mantidas dentro de pequenas pirâmides de papelão, e outros dogmas da "piramidologia"; os telefonemas dos mortos (nenhum deles a cobrar); as profecias de Nostradamus; a alegada descoberta de que platelmintos não trinados conseguem aprender uma tarefa comendo os restos moídos de outros platelmintos mais bem-educados; a noção de que o número de crimes aumenta com a lua cheia; a quiromancia; a numerologia; a criptografia; os cometas. as folhas de chá e os partos de seres "monstruosos" como prodígios que anunciam eventos futuros (além de divinações correntes em épocas mais primitivas, realizadas pela observação das entranhas, da fumaça, das formas das chamas, das sombras e dos excrementos; pela escuta de estômagos borbulhentos e até, durante um breve período, pelo exame das tábuas de logaritmos); a "fotografia" de eventos passados, como a crucificação de Jesus; um elefante russo que fala fluentemente; "sensitivos" que, depois de terem os olhos cuidadosamente vendados, lêem livros com as pontas dos dedos; Edgar Cayce (que predisse que, nos anos 60, o continente "perdido" de Atlândida "apareceria") e outros "profetas", adormecidos e acordados; a charlatanice das dietas; as experiências fora-do-corpo (por exemplo, a quase-morte) interpretadas como acontecimentos reais do mundo externo; a fraude dos que curam pela fé; as mesas de Ouija; a vida emocional dos gerânios, revelada pelo uso intrépido de um "detector de mentiras"; a água que recorda as moléculas que costumavam ser nela dissolvidas; a leitura do caráter pelas feições faciais e pelos galos na cabeça; a confusão do "centésimo macaco" e outras afirmações que confirmam tudo o que uma pequena fração de nossa espécie quer que seja verdade; os seres humanos que se incendeiam espontaneamente e são queimados; grande parte dos biorritmos; ilimitados de energia (mas, por uma ou outra razão, são mantidas à distância do exame cuidadoso de um cético); as predições sistematicamente ineptas de Jeane Dixos (que em 1953 "predisse" uma invasão soviética do Irã e em 1965 que a URSS venceria os Estados Unidos, colocando o primeiro ser humano na Lua) e de outros "médiuns" profissionais; a predição das Testemunhas de Jeová de que o mundo terminaria em 1917, e muitas profecias semelhantes; a dianética e a cientologia; Carlos Castañeda e a "feitiçaria"; as afirmações de que foram encontrados restos da arca de Noé; o "Horror de Amityville" e outras assombrações; e os relatos de que um pequeno brontossauro anda esmagando as árvores da floresta tropical da República do Congo no presente". (Carl Sagan, O mundo assombrado pelos demônios, p. 254-256) — com Paulo Lopes.
Carl Sagan e as Pseudociências

"Produtos típicos da pseudociência e da superstição - essa não é uma lista abrangente, mas apenas representativa - são a astrologia; o Triângulo das Bermudas; o Pé Grande e o monstro do lago Ness; os fantasmas; o "mau-olhado"; as "auras" multicoloridas, semelhantes a halos, que supostamente circundam a cabeça de todas as pessoas (as cores são personalizadas); a percepção extra-sensorial (ESP), o que inclui a telepatia, a precognição, a telecinesia e a "visão remota" de lugares distantes; a crença de que 13 é um número de "azar" (razão pela qual muitos hotéis e edifícios comerciais na América do Norte passam diretamente do 12º para o 14º andar - por que correr o risco?); estátuas que sangram; a convicção de que andar com uma pata do coelho traz boa sorte; as varinhas divinatórias, a rabdomancia e a hidroscopia; a "comunicação facilitada" no autismo; a crença de que lâminas de barbear ficam mais afiadas quando mantidas dentro de pequenas pirâmides de papelão, e outros dogmas da "piramidologia"; os telefonemas dos mortos (nenhum deles a cobrar); as profecias de Nostradamus; a alegada descoberta de que platelmintos não trinados conseguem aprender uma tarefa comendo os restos moídos de outros platelmintos mais bem-educados; a noção de que o número de crimes aumenta com a lua cheia; a quiromancia; a numerologia; a criptografia; os cometas. as folhas de chá e os partos de seres "monstruosos" como prodígios que anunciam eventos futuros (além de divinações correntes em épocas mais primitivas, realizadas pela observação das entranhas, da fumaça, das formas das chamas, das sombras e dos excrementos; pela escuta de estômagos borbulhentos e até, durante um breve período, pelo exame das tábuas de logaritmos); a "fotografia" de eventos passados, como a crucificação de Jesus; um elefante russo que fala fluentemente; "sensitivos" que, depois de terem os olhos cuidadosamente vendados, lêem livros com as pontas dos dedos; Edgar Cayce (que predisse que, nos anos 60, o continente "perdido" de Atlândida "apareceria") e outros "profetas", adormecidos e acordados; a charlatanice das dietas; as experiências fora-do-corpo (por exemplo, a quase-morte) interpretadas como acontecimentos reais do mundo externo; a fraude dos que curam pela fé; as mesas de Ouija; a vida emocional dos gerânios, revelada pelo uso intrépido de um "detector de mentiras"; a água que recorda as moléculas que costumavam ser nela dissolvidas; a leitura do caráter pelas feições faciais e pelos galos na cabeça; a confusão do "centésimo macaco" e outras afirmações que confirmam tudo o que uma pequena fração de nossa espécie quer que seja verdade; os seres humanos que se incendeiam espontaneamente e são queimados; grande parte dos biorritmos; ilimitados de energia (mas, por uma ou outra razão, são mantidas à distância do exame cuidadoso de um cético); as predições sistematicamente ineptas de Jeane Dixos (que em 1953 "predisse" uma invasão soviética do Irã e em 1965 que a URSS venceria os Estados Unidos, colocando o primeiro ser humano na Lua) e de outros "médiuns" profissionais; a predição das Testemunhas de Jeová de que o mundo terminaria em 1917, e muitas profecias semelhantes; a dianética e a cientologia; Carlos Castañeda e a "feitiçaria"; as afirmações de que foram encontrados restos da arca de Noé; o "Horror de Amityville" e outras assombrações; e os relatos de que um pequeno brontossauro anda esmagando as árvores da floresta tropical da República do Congo no presente". (Carl Sagan, O mundo assombrado pelos demônios, p. 254-256)

A sabedoria de Toth. EGO SUM QUI SUM, NIHIL DIU OCCULTU. (Eu sou quem sou, nada é oculto por muito tempo)

A sabedoria de Toth

EGO SUM QUI SUM, NIHIL DIU OCCULTU.
(Eu sou quem sou, nada é oculto por muito tempo)
Nos tempos do martelo e do cinzel os conhecimentos eram transmitidos de boca a ouvido entre poucos, em cada geração do Egito. Várias civilizações e culturas foram amplamente influenciadas por esses ensinamentos. Os ditos preceitos herméticos, o conhecimento que os hierofantes e mestres das duas terras transmitiram à eternidade. O grande mestre foi thot, proclamado o mestre dos mestres. Foi chamado Hermes Trimegisto (três vezes grande) pai da ciência oculta, o fundador da astrologia, descobridor da alquimia e fonte de sabedoria. Ele nos presenteou com os princípios herméticos. 
"em qualquer lugar que estejam os vestígios do mestre, os ouvidos daquele que estiver preparado para receber seu conhecimentos, se abrirão completamente”

"os princípios da verdade são sete;
aquele que os conhece perfeitamente possui a chave mágica com qual todas as portas do templo podem ser abertas completamente.”

I – O princípio de Mentalismo
(O TODO é MENTE; o Universo é Mental )
II – O princípio de Correspondência
(O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima.)
III – O princípio de Vibração
(Nada está parado, tudo se move, tudo vibra )
IV – O princípio de Polaridade
(Tudo é Duplo; tudo tem pólos; tudo tem o seu oposto...)
V – O princípio de Ritmo
Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce...)
VI – O princípio de Causa e Efeito
(Toda a Causa tem seu Efeito, todo o Efeito tem sua Causa...)
VII – O princípio de Gênero
(O Gênero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino...)

Placido Maia
Equipe Egiptologia Brasil
#EBPM .'.
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A bela árvore da vida projetada.

A beautiful tree of life designed by The Open University

"We should preserve every scrap of biodiversity as priceless while we learn to use it and come to understand what it means to humanity." - E.O. Wilson

Image Source: via Science and Skepticism





























A bela árvore da vida projetada pela Universidade Aberta
"Devemos preservar cada pedaço da biodiversidade como inestimável, enquanto aprendemos a usá-lo e chegar a compreender o que significa para a humanidade." - E.O. Wilson
Image Source: via Ciência e Ceticismo

Cadelas são como Jus......

Sistema solar em fotos: Saturno.



Aldo Leal Barreto compartilhou a foto de Mundo da Ciência.
há 4 horas · 















  • Sistema solar em fotos: Saturno. Percebam nessa foto algumas das luas do Planeta e suas sombras sobre o anel. L.F.P.

Mundo tentacular

http://mundotentacular.blogspot.com.br/2010_10_01_archive.html

Bestiário Alquímico 2

Anúbis e Maat.0.85
Essas duas operações, dissolução e coagulação, sintetizam o dinamismo presente por todo o processo alquímico, e estão firmadas pela máxima Solve et Coagula, encontrada em vários manuscritos e gravuras.
Pegasus1.0.6O quarto degrau é a sublimação. Em termos químicos seria a passagem direta do estado sólido ao gasoso. Psicologicamente, longe aqui do conceito psicanalítico, sublimar é saltar etapas na transformação pessoal por meio de experiências diretas que propiciam ao ego a sua ascese. Isto é, depois de calcinar, dissolver e coagular repetidas e infinitas vezes, há momento em que o extrato se volatiliza, quando o ego atinge um estado anímico superior, propício às primeiras grandes revelações. O pégaso é o melhor representante dessa etapa. Ligado aos elementos ar e água (embora provido de asas, seu nome provém do grego pege, fonte), esse cavalo alado mitológico, nascido nas fontes do Oceano, traduz a relação entre profundidade e elevação. É ainda símbolo da inspiração poética e, nos céus, mistura-se às nuvens portadoras de água fecunda que sempre regam a terra. Suas patas são ferradas com ouro, suas rédeas são colares de pérola, e sua figura fantástica é signo do estado de pureza alcançado pela sublimação do ego que, ora volátil, pode finalmente se inspirar e vislumbrar das alturas a sua exata dimensão. Outras imagens bestiais do processo de sublimação costumam mostrar aves de rapina derrotando o leão ou mesmo carregando um sapo em suas garras a significar a vitória do estado sutil sobre o denso, do espírito sobre a matéria.
Leão verde.0.75
‘Rosarium Philosophorum’, manusc. alquímico, séc XVI, Stadtbibliothek Vadiana, St. Gallen.
Isto nos lança ao quinto degrau, o da mortificação. Nesta fase da Opus Magna surge o leão, besta solar, complemento e primo-irmão do lobo. Ele devora e transforma a “nova consciência”, ora sensivelmente tocada pela experiência vivenciada no nível anterior. O leão, muitas vezes alado, feito esfinge, encerra os enigmas da espiritualidade aflorada à luz da consciência a partir da semente de materialidade que vem sendo desde o início trabalhada. Rei dos animais, o leão é símbolo de força, de autoridade e inteligência. Mas ele está aqui para nos engolir por inteiro, para fazer morrer o ego inflado de modo a vomitá-lo mais tarde, após tê-lo digerido num processo metafórico de morte, dor e renascimento.
Águia, Pelicano & Fênix - Figuarum Aegyptorum Secretarum, séc. XVIII
Águia bicéfala, Pelicano & Fênix in ‘Figuarum Aegyptorum Secretarum’, séc. XVIII

Sexto degrau: a separação. O pelicano, ave cuja lenda conta que se fere e se mutila com seu bico para alimentar com o próprio sangue seus filhotes, expressa a idéia de auto sacrifício como etapa necessária para se atingir a perfeição (que, a bem da verdade, nunca se alcança). Neste particular, assemelha-se à fênix, pássaro mítico que se deixa consumir no fogo para depois renascer das próprias cinzas. A presença de ambos os pássaros bem indica que a morte anunciada aqui, da qual devem ser separados os elementos que serão transformados e reunidos, é uma experiência transcendente. Tanto o pelicano quanto a fênix são emblemas que, através da morte, anunciam a ressurreição, sugerindo a imortalidade da alma em seu eterno caminho de doloroso aprendizado.
A águia, rainha das aves, de natureza solar, coroa os estados anímicos superiores e traduz a experiência do sétimo degrau: a síntese. A águia é símbolo da ascese, da percepção direta e arguta que nos faz perceber a divindade em nossas almas; muitas vezes é vista como um pássaro bicéfalo a representar a união dos opostos complementares, ou a sizígia alquímica, fusão perfeita entre prata e ouro alcançada por meio da Pedra.

Bestiário Alquímico.....

http://www.amigodaalma.com.br/2009/12/28/bestiario-alquimico/

Para designar a matéria a ser tratada no laboratório, os alquimistas servem-se de uma profunda simbologia e a expressam sob diversas formas. Muito comum, por exemplo, no imaginário alquímico, são as figuras de animais conhecidos ou fabulosos, cujas propriedades e características dizem respeito às diferentes fases e degraus por que passa o alquimista em sua perene busca pela grande transformação. Há uma variedade quase infinita de imagens bestiais distribuídas pelos textos alquímicos clássicos, e vale dizer que seu conjunto guarda a sete chaves as intrincadas verdades que os alquimistas devem decifrar em sua senda pessoal. Impossível tratar aqui de todos os animais que assumem valores alquímicos; falemos, pois, dos principais.
Comecemos pelo coelho, que representa o conhecimento vulgar e profano. Ele é rápido, saltitante e esperto. Sua companhia, os contos de fadas não desmentem, é inconveniente, dado o seu comportamento desorganizado e imaturo. O coelho é o não-iniciado, aquele que fala de si contando vantagens, e que mente bastante por ser oportunista; de cartola na cabeça, chega a apresentar-se como mago ou alquimista, mas, por ser superficial, não passa do embusteiro que dificilmente sabe mesmo do que é que está falando. Visto nas gravuras alquímicas quase sempre entrando em buracos ou cavernas, ele serve, entretanto, para nos indicar a passagem para o ambiente inacessível, para os mundos escondidos. Por ser um animal fraco, seu sacrifício simboliza a morte do caráter infantil em prol do amadurecimento futuro.
76.Sapos.0.25Salamandras1.0.3 Uma vez que brote o trabalho alquímico, deparamo-nos com os répteis e batráquios, animais que rastejam ou que têm pele viscosa e escorregadia, que chegam a assustar ou inspirar certo medo, muitas vezes infundado. Tal classe representa a matéria em seu estado virginal e bruto, caótica e ameaçadora, exigindo do alquimista que a conheça, que domine seus instintos. Notáveis neste particular são as salamandras e os lagartos; miticamente associados ao elemento fogo, representam o primeiro degrau da transmutação alquímica, a calcinação, que se traduz pela queima da matéria bruta no atanor (forno dos alquimistas) ou no cadinho, recipiente que recebe o material a ser inicialmente transformado. Já os sapos e as rãs, animais crepusculares, terrestres e aquáticos, assumem aqui a contraparte da experiência ígnea, e simbolizam adissolução, segundo degrau da Grande Obra. Por preferirem os recantos úmidos e sombrios, e por passarem por metamorfoses em sua vida anfíbia, sapos e rãs, ligados ao elemento água, psicologicamente revestem-se dos valores guardados no interior do alquimista, que lhe servem de complemento anímico, isto porque está no mundo das sombras a real possibilidade de integração entre o ego e as forças latentes do inconsciente. Sapos e rãs, por isso mesmo, relacionam-se ainda à matéria informe, ora queimada e diluída, que requer moldagem e lapidação.  Os peixes, que submersos vivem, também simbolizam o psiquismo profundo que oculta valores a serem despertados. A indiferenciação entre cabeça e corpo desses animais faz deles um símbolo integrador entre os extremos, capaz de inspirar e fazer vir à tona as potencialidades guardadas nas regiões abissais da alma.
Peixes, Vênus e Cupido.0.6
Lobo1.Atalanta Fugiens, M.Maier-1618.0.4
‘Atalanta Fugiens’, Michel Maier, Oppenheim, 1618


O próximo degrau, coagulação, encontra-se bem representado por vários animais, especialmente o lobo. É necessário agora retirar das águas em que se dissolveu parte do ego um extrato a ser trabalhado; isto é, é oportuno que se valorize este ou aquele aspecto, visando passo a passo à transformação completa, exercício para uma vida inteira. O lobo é um animal terrestre e noturno. Por enxergar bem à noite, encarna o protótipo do herói guerreiro que adentra nas cavernas para delas sair mais tarde, revigorado e forte. Hades, por exemplo, veste-se com uma capa de pele de lobo, a fazer dele um animal ctônico, morador do mundo inferior. Agressivo e selvagem, ligado ao elemento terra, o lobo faz sangrar a consciência e engole os corações, vide deus Anúbis da mitologia egípcia, que no tribunal dos mortos devora os corações impuros que não merecem renascer.

Aviso: Se vc tiver coragem veja pois contém Imagens Fortes de dissecação de Cadáveres......

www.mundogump.com.br/canibalismo-curso-de-sobrevivencia-na-china-sera/

Primeiro Shuttle Launch : Uma nova era no voo espacial .First Shuttle Launch: A new era in space

Aldo Leal Barreto compartilhou a foto de NASA community.
há 10 minutos · 














  • First Shuttle Launch: A new era in space flight began on April 12, 1981, when Space Shuttle Columbia, or STS-1, soared into orbit from NASA's Kennedy Space Center in Florida. Astronaut John Young, a veteran of four previous spaceflights including a walk on the moon in 1972, commanded the mission. Navy test pilot Bob Crippen piloted the mission and would go on to command three future shuttle missions. The shuttle was humankind's first re-usable spacecraft. The orbiter would launch like a rocket and land like a plane. The two solid rocket boosters that helped push them into space would also be re-used, after being recovered in the ocean. Only the massive external fuel tank would burn up as it fell back to Earth. It was all known as the Space Transportation System. Twenty years prior to the historic launch, on April 12, 1961, the era of human spaceflight began when Russian Cosmonaut Yuri Gagarin became the first human to orbit the Earth in his Vostock I spacecraft. The flight lasted 108 minutes.


    Primeiro Shuttle Launch : Uma nova era no voo espacial começou em 12 de abril de 1981, quando o Space Shuttle Columbia, ou STS -1, subiu em órbita a partir do Centro Espacial Kennedy da NASA , na Flórida. O astronauta John Young , veterano de quatro vôos espaciais anteriores, incluindo um passeio na Lua em 1972, comandou a missão. Marinha teste piloto Bob Crippen pilotou a missão e iria passar a comandar três missões espaciais futuras. O ônibus foi a primeira nave espacial reutilizável da humanidade . A sonda vai lançar como um foguete e terra como um avião . Os dois foguetes de combustível sólido que ajudaram a empurrá-los para o espaço também seriam reutilizados, após ser recuperada no oceano. Apenas o enorme tanque de combustível externo iria queimar -se como ele caiu de volta à Terra . Tudo foi conhecido como o Sistema de Transporte Espacial . Vinte anos antes do lançamento histórico, em 12 de abril de 1961, a era dos voos espaciais tripulados começou quando o cosmonauta russo Yuri Gagarin se tornou o primeiro ser humano a orbitar a Terra em sua nave espacial Vostok I . O vôo durou 108 minutos .

Encontrada a mítica pedra solar dos vikings

Encontrada a mítica pedra solar dos vikings

O que até agora era apenas uma lenda acabou sendo confirmado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Rennes, na França. Trata-se da famosa e misteriosa Pedra Solar, um objeto utilizado pelos vikings para orientação na navegação. Os investigadores descobriram esta pequena pedra de calcita a poucos metros do navio britânico Alderney, que naufragou em 1582, próximo da ilha de mesmo nome, localizada no Canal da Mancha.
O cristal foi encontrado junto a uma bússola de navegação, o que sugeriu aos pesquisadores que poderia se tratar da famosa pedra solar. Segundo explicam os autores do artigo publicado pela revista Proceedings, da Sociedade Real, a forma romboide deste cristal de calcita permite a refração ou a polarização da luz de modo a criar uma imagem dupla.
Encontrada a mítica pedra solar dos vikings
Desta maneira, a pedra pode formar uma ou duas imagens, indicando se ela está apontando para a direção certa ou não. Com este instrumento, batizado como "pedra solar" pelos islandeses, os vikings se orientavam durante suas viagens marítimas já que isso lhes permitia identificar a posição do sol durante os dias nublados e corrigir os frequentes erros das bússolas magnéticas.
Artigo relacionado 
- See more at: http://noticias.seuhistory.com/encontrada-mitica-pedra-solar-dos-vikings#sthash.PU6ahEqU.dpuf


http://noticias.seuhistory.com/encontrada-mitica-pedra-solar-dos-vikings

Cápsula do Tempo de Steve Jobs

Encontrada a Cápsula do Tempo de Steve Jobs | Notícias - The History Channel via