Doação Ao BLOG

https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr" method="post" target="_top">pl.pires@bol.com.br">https://www.paypalobjects.com/pt_BR/BR/i/btn/btn_donateCC_LG.gif" border="0" name="submit" alt="PayPal - A maneira fácil e segura de enviar pagamentos online!">

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O modo de produção flexível e o novo perfil do trabalhador no século XXI by Professor

O modo de produção flexível e o novo perfil do trabalhador no século XXI

by Professor
Por Michel Aires de souza
trabalho
    No início do seculo XX surgiu uma nova dinâmica capitalista, desenvolveu–se a produção em massa, com enormes fábricas, que produziam de tudo, a custo baixo para uma grande massa de consumidores. Era uma época de emprego, aumento de renda, direitos sociais e consumo para a classe trabalhadora. Mas essa dinâmica só se tornou possível a partir de novas estratégias para controlar os trabalhadores e assegurar a produção e o consumo das mercadorias. Novos mecanismos de controle dos trabalhadores foram criados para a maximização da produção e do lucro impulsionado pelo advento da sociedade de massas. O que começou a se difundir foi a teoria de Frederic Taylor, engenheiro norte-americano, conhecido como o pai da administração científica, que procurou racionalizar o controle do tempo e do espaço dentro da fábrica.   Taylor a partir da observação direta percebeu, no final do século XIX,  que os trabalhadores eram indolentes e faziam corpo mole, e que poderiam produzir muito mais do que produziam.   Com isso ele demonstrou que seria possível dividir as funções e disciplinar o trabalhador.   Para se obter um maior controle do operário ele criou uma burocracia de supervisores, gerentes e chefes que passariam a controlar a execução das tarefas.
         No começo do século XX o industrial Henry Ford procurou aperfeiçoar as ideias de Friderich Taylor. Ele criou a linha de montagem e os processos de trabalho foram semi-automatizados. A criação da linha de montagem levou a uma maior produção em menos tempo. Todo movimento inútil foi eliminado e toda produção foi racionalizada. O grande objetivo de Ford era a produção em série de carros modelo T para o consumo em massa. Em 1912 um único carro era produzido em 12 horas, em 1913 sua fabricação foi reduzida para 1 hora e 33 minutos. Já em 1920 um carro era produzido em 24 segundos.  Ford previu que um dia toda família possuiria um carro e ele estava certo. Seu carro custava apenas 295 dólares e em 1924 ele vendeu dez milhões de automóveis. Ele também instituiu o trabalho de oito horas e pagava 5 dólares por dia de trabalho.  Com isso, o operário tinha mais espaço para a família e para o lazer.
     Não há dúvida de que com o taylorismo e o fordismo houve um grande avanço no capitalismo industrial, uma vez que permitiu consideravelmente aumentar a produtividade, reduzindo os custos de produção e baixando os preços das mercadorias, com aumento significativo dos lucros dos capitalistas,  assim como um maior bem estar dos trabalhadores.
      O padrão de produção fordista, embora não tenha se implantado igualmente em todos os países industrializados, tornou-se referência ao longo do século XX, como modelo mais adaptado à produção em massa e a esta nova fase do processo de acumulação capitalista  (RAMALHO, 2010, p. 88).
          Contudo, o modelo fordista começou a declinar no começo da década de 70. Naquela época houve a desregulamentação do sistema monetário internacional. A moeda norte-americana que era referência para o comércio das economias do ocidente  começou a declinar. Os mercados internos na Europa e no Japão estavam saturados.  Houve a diminuição das taxas de lucros decorrente do excesso de produção e esgotamento da acumulação fordista.  Para aumentar a recessão veio  a crise do petróleo que teve seus preços triplicados no mercado internacional, encarecendo a energia e prejudicando, principalmente, as indústrias de siderurgia, construção naval e de química pesada. Para complicar a crise, os países da América Latina substituíram suas políticas de importação por grandes indústrias multinacionais, com grande demanda de mão de obra barata. A partir disso, a competição internacional se intensificou e a hegemonia dos Estados Unidos começou a cair. Tornou-se evidente que o fordismo juntamente com o estado de bem-estar social (Welfare State) não podiam mais resolver as contradições do capitalismo.
        David Harvey (1993) mostrou em seu livro “A condição pós-moderna” que a crise da década de 70 podia ser mais bem apreendida por uma palavra: rigidez. O problema da rigidez se deu não só nos investimentos de capital fixo investido em produção em massa, que impediam a flexibilidade de planejamento, assim como na rigidez dos mercados, na alocação e nos contratos de trabalho. Toda tentativa para superar essa rigidez era barrada por greves trabalhistas. Com a crise, os compromissos do Estado se intensificaram cada vez mais com programas assistenciais, mas  Welfare State não conseguia dar conta de suas demandas.   
      Naquela época as grandes indústrias se viram com um excedente de produção, assim como fábricas e equipamentos ociosos num mercado cada vez mais competitivo. Era uma época de recessão e agravamento da inflação, ou seja, de estagnação da produção de bens e alta inflação de preços.  Foi a partir daí que o sistema capitalista entrou em um novo ciclo de reestruturação do capital. Começou um período de racionalização e intensificação do controle do trabalho. A mudança tecnológica, a automação, a busca de novos produtos e novos mercados, as fusões de empresas, a busca de novos locais onde a mão de obra era barata tornaram-se necessárias para as grandes corporações. Harvey (1993) chamou essa nova reestruturação do capital de “acumulação flexível”. É flexível, pois,
[...] se apoia na flexibilidade dos processos de trabalho, dos mercados de trabalho, dos produtos e padrões de consumo. Caracteriza-se pelo surgimento de setores de produção inteiramente novos, novas maneiras de fornecimento de serviços financeiros, novos mercados e, sobretudo, taxas altamente intensificadas de inovação comercial, tecnológica e organizacional (HARVEY, 1993, p. 140).
           A reestruturação produtiva também introduziu novas técnicas gerenciais e administrativas. Em contraste com a rigidez do fordismo, foi criada no Japão, na empresa Toyota, um novo método que se mundializou: a produção flexível.  Esse método associava uso intensivo da tecnologia, terceirização e flexibilidade na produção.  Em vez da produção em larga escala criou-se a produção em pequenos lotes e com produtos variados. Os grandes estoques comuns à produção fordista deixaram de existir. Surgiu o trabalho por encomenda produzido na hora certa (Just in time). A empresa produzia somente o necessário de acordo com a demanda do mercado. Uma grande parte da produção era terceirizada vinda de produtores e fornecedores que eram responsáveis por sua fabricação. A terceirização eliminou setores da fábrica como ajudou a diminuir os trabalhadores e foi indispensável para reduzir custos numa época de crise.   Outra característica importante foi o uso de alta tecnologia e de funcionários multifuncionais para produzir produtos com qualidade total. Se o trabalhador na linha de produção fordista fazia um trabalho repetitivo, mecânico e especializado, no toyotismo o trabalhador era polivalente, com múltiplas habilidades e competências. Para criar funcionários multifuncionais o Japão investiu maciçamente em educação e as empresas investiam na qualificação dos seus funcionários.
        Se na organização fordista o modelo de gestão é verticalizado, pois a administração tem o controle de todos os setores e departamentos, no toyotista o modelo de gestão é organizado de forma horizontal uma vez que os trabalhadores têm maior participação no  controle da produção como no processo de gestão dos grupos de trabalho. Segundo Sennet, “as empresas buscaram eliminar camadas de burocracia, tornar-se organizações mais planas e flexíveis. Em vez das organizações tipo pirâmide, a administração quer agora pensar nas organizações como redes (...)” (SENNETT, 2009, p.23).
     Se a reestruturação produtiva foi boa para as empresas, não foi para o trabalhador. Essa revolução teve grandes consequências para o mercado de trabalho. A reestruturação produtiva causou a desregulamentação das relações de trabalho aumentando o desemprego, fomentando o trabalho informal e fazendo surgir relações precárias de trabalho: trabalho temporário, jornada parcial, terceirização, subcontratação, etc.
    Diante da forte volatilidade do mercado, do aumento da competição e do estreitamento das margens de lucro, os patrões tiraram proveito do enfraquecimento do poder sindical e da grande quantidade de mão de obra excedente (desempregados ou subempregados) para impor regimes de contrato mais flexíveis (...). Mais importante do que isso é a aparente redução do emprego regular em favor do crescente uso do trabalho em tempo parcial, temporário ou subcontratado” (HARVEY, 1993, p.143).
       Com a acumulação flexível nós entramos na era da sociedade pós-industrial. A sociedade industrial surgiu, grosso modo, na segunda metade do século XVIII e se estendeu até a primeira metade do século XX. Com o desenvolvimento das novas tecnologias da informação, da microeletrônica, da robotização e da inteligência artificial surgiu a partir da segunda metade do século XX a sociedade pós-industrial. Esta sociedade não se fundamenta mais na produção agrícola (setor primário), nem na industrial (setor secundário), mas sim no setor de serviços (setor terciário), que compreende as atividades como comércio, informática, telecomunicações, educação, saúde e turismo.
    O surgimento do setor de serviços e de terceirização abriu grandes oportunidades para os pequenos negócios. A produção doméstica e familiar que existia na época da revolução industrial começou a voltar como consequência da reestruturação produtiva. Para Harvey (1998) ela começou a retornar não como algo periférico, mas como peça central da nova organização industrial. Hoje uma grande parte dos serviços terceirizados é feito em domicílios familiares ou pequenas oficinas. Também se tornou comum por parte das grandes empresas empregarem trabalhadores “informais” e “subterrâneos” sem direitos trabalhistas, que prestam serviços em casa. Esse tipo de contratação é bastante comum entre os imigrantes como filipinos e vietnamitas em Los Angeles, Bolivianos em São Paulo e indianos em Londres.
        Segundo o sociólogo especialista em relações do trabalho, José Pastore (2008), ainda hoje o mundo do trabalho passa por uma enorme revolução.  Ele afirma que essa revolução é devida a um profundo processo de mutação pelo qual passam as empresas. Muitas se fundem. Outras se subdividem. Várias entram em ramos novos. Inúmeras adotam novas tecnologias e novos modos de produzir e vender. Pastore refere-se a sua infância para exemplificar as grandes mudanças que sofreram as indústrias nos últimos anos. A “General Motors”, por exemplo,  ganhava dinheiro vendendo automóveis.  Hoje essa empresa gera uma colossal receita, através de seus bancos, emprestando dinheiro.  A “General Electric” construiu um império mundial vendendo turbinas de avião e tomógrafos para hospitais. Hoje ela dá assistência técnica às turbinas e aos tomógrafos. É uma indústria que fatura prestando serviços. O “McDonald´s”, conhecida pelos bilhões de sanduíches que serve, partiu para o ramo hoteleiro usando o seu famoso nome nos campos da presteza, higiene e automação. Seus hotéis se destinam a executivos que são hóspedes exigentes nesses três quesitos. Nos dias atuais, já não se sabe a que setor uma empresa pertence. Há indústrias que entram no campo dos serviços. Outras entram no campo das finanças. Da mesma forma, há empresas do comércio que passam a fazer trabalhos industriais como é o caso da papelaria que, ao adquirir uma máquina Xerox e um computador, passa a funcionar como gráfica.
       O grande problema da reestruturação produtiva são as graves consequências para os trabalhadores e governos. O desemprego, as relações precária de trabalho, o trabalho informal, a enorme exigência de qualificação do trabalhador, o enfraquecimento dos sindicatos e das organizações dos trabalhadores são alguns deles. Com a dispersão do trabalhador em empreendimentos domésticos, assim como serviços temporários e subcontratados, tornou quase impossível à organização da classe trabalhadora.  A desestruturação do mercado de trabalha não só diminui o poder de reivindicação do trabalhador, mas também desestruturou famílias, produziu insegurança, e ainda tem gerado problemas sociais, como miséria, fome e violência.
        No modelo de produção fordista o trabalhador é um simples executor de tarefas. Ele executa tarefas simples, parceladas e repetitivas. Geralmente era treinado em um serviço especializado numa determinada etapa da produção. As tarefas eram planejadas e a quantidade de produção era fixada pela administração. Nesse modelo não se necessitava de homens com sólida formação ou grandes competências, com exceção da administração, que fazia o trabalho intelectual.   Os funcionários eram escolhidos de acordo com suas aptidões. As qualidades normalmente esperadas pela empresa eram força física, percepção aguçada, disciplina e obediência. O trabalhador não precisava ser inteligente ou criativo, mas precisava ser pontual, disciplinado e serviente. A grande consequência disso era o embrutecimento, a despersonalização e alienação dos indivíduos, que interiormente se sentiam insatisfeitos, tediados e frustrados devido a um trabalho mecânico e repetitivo.
    A rotina parecia, em todos esses cenários de trabalho, pessoalmente degradante, uma fonte de ignorância mental — e ignorância de um determinado tipo. O presente imediato pode ser bastante claro, quando um trabalhador maneja a mesma alavanca ou manivela horas a fio. O que falta ao trabalhador da rotina é qualquer visão mais ampla de um futuro diferente, ou o conhecimento de como fazer a mudança (SENNETT, 2009, p.49).
      Com o advento do sistema de produção flexível o perfil do trabalhador se modificou. Ele se tornou multifuncional e polivalente, com uma visão mais ampla dos vários processos de trabalho, participando e envolvendo-se em todas as etapas da produção. A execução de tarefas repetitivas, simplificadas e fragmentadas deixou de existir. Também deixou de existir a separação entre o trabalho físico e o intelectual. O que começou a se valorizar foi a subjetividade do trabalhador. Devido a uma maior automação e complexidade da produção o trabalhador tornou-se mais criativo, inteligente, versátil e crítico. Exige-se dele a capacidade de mobilizar saberes, conhecimentos e esquemas mentais para resolver problemas. Dessa forma ele deve ter conhecimentos, competências e habilidades diversificadas, e uma sólida formação profissional e cultural. O trabalho sendo feito em equipes multifuncionais de cooperação mútua propicia uma maior autonomia para tomada de decisões. Além disso, o conceito de qualidade total torna o trabalho mais crítico e participativo, com discussões e debates para melhorias no processo de produção.
          Hoje vivemos em uma época onde o cenário econômico e empresarial está cada vez mais acirrado, onde as empresas são cada vez mais competitivas. Com as novas tecnologias e a exigência de maior criatividade e inteligência no ambiente de trabalho, os indivíduos tornaram-se a pedra angular da reestruturação produtiva.  Nesse contexto, as empresas não só buscam uma maior automação da produção, mas também procuram funcionários mais qualificados. O trabalhador com maior formação torna o trabalho mais eficaz e produtivo, pois através de suas atitudes, conhecimentos e habilidades ele sabe pensar e agir melhor.
          Segundo Pastore (2009) a procura por pessoas altamente qualificadas decorre da própria dinâmica da economia moderna. A economia moderna se baseia em métodos de produção e venda que requerem um bom domínio de novas máquinas e equipamentos assim como de uma visão ampla de processos produtivos que se tornam cada vez mais dependentes de inovações tecnológicas e um ajuste adequado à questão ambiental. Nos últimos tempos, as novas máquinas e equipamentos tornaram-se sofisticados, inteligentes e baratos. O uso de sua plena potencialidade, porém, depende da capacidade dos operadores – os seres humanos. Para tanto, não basta ser adestrado. É preciso ser educado -, e bem educado.
        Com as novas tecnologias o trabalho em nossa época tornou-se mais intelectual e criativo.   Nessa nova dinâmica do capital, o papel do trabalhador é produzir ideias, resolver problemas e criar soluções.   Esse é o novo paradigma para se pensar o trabalho no século XXI. O trabalho mecânico e repetitivo está sendo abolido e sendo substituído pelo trabalho lúdico, intelectual, criativo.  O trabalhador de hoje deve saber mobilizar esquemas mentais e conhecimentos para resolver problemas, analisar situações e fazer diagnósticos, trabalhar em equipe e saber proceder e agir com criatividade em qualquer situação. Mas sua principal competência deve ser a de aprender continuamente. O sociólogo italiano Domenico Masi especialista no assunto ilustra bem como será o trabalho no século XXI: “o trabalho braçal a máquina faz; o mental o computador realiza; ao ser humano cabe ter ideias e ser criativo”.
        Num futuro bem próximo o termo “home Office” deve tornar-se uma palavra bastante comum. Trabalhar em casa com um computador deve ser o ambiente de criação e produção. Segundo Pastore (2007), os serviços que mais se expandem são os de economia intangível, que dependem muito mais do talento intelectual do que da força física. É intangível, pois os papéis exercidos pelos empregados e empregadores não são claramente divididos e identificáveis. Essa é uma tendência no mundo todo, os profissionais de hoje empenham-se em atividades especializadas e atuam como pessoas jurídicas. Hoje se trabalha como cooperado, por projeto, à distância, como free lancer, intermitente, colaborativo, etc.
     No mercado de trabalho não há mais lugar para quem não sabe pensar, para quem não gosta de aprender e estar constantemente atualizado, e para quem não tem flexibilidade para se adaptar a um ambiente em constante mudança.
Bibliografia
HARVEY, David. Do Fordismo à Acumulação Flexível. In:  A condição pósmoderna. São Paulo: Loyola, 1993, p. 135-176
PASTORE, José. Crescimento de 6%: e a mão de obra? Folha de São Paulo, (08/12/2009). Disponível em < http://www.josepastore.com.br/artigos/ed/ed_045.htm > Acesso em Junho de 2012.
 ________, José. Mudanças nos Cenários das Profissões: Educação e Empregabilidade. Palestra realizada no Congresso Brasileiro de Contabilidade, Gramado, (RS), 28/08/2008. Disponível em <http://www.josepastore.com.br/artigos/em/em_122.htm > Acesso em Junho de 2012.
 ________, José. O pior é a informalidade. Jornal O Globo, (21/03/2007).  Disponível em < http://www.josepastore.com.br/artigos/ti/ti_015.htm > Acesso em Junho de 2012.
 RAMALHO, José. R. Trabalho na Sociedade Contemporâneo. MORAES, Amaury C. (Coord). Sociologia. Brasilia: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Básica, 2010, p. 85-99
SENNET, Richard. A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Rio de Janeiro: Record, 2009.
Professor | 05/09/2013 às 17:25 | Categorias: Filosofia | URL: http://wp.me/p7uL0-R6

Esculturas em 3D viram Arte de RUA

http://tecnologia.br.msn.com/fotos/a-arte-de-rua-virou-3d-veja-estas-enormes-esculturas-human%C3%B3ides#image=13

Produtos Tecnológicos na Alemanha.....

http://tecnologia.br.msn.com/fotos/miss-ifa-2013-posa-com-os-produtos-da-feira#image=59

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Os milhões do Francisco??

Fechamento de Varas do Foro Central de Porto Alegre

http://www.tjrs.jus.br/site/imprensa/noticias/?idNoticia=219577



Fechamento de Varas do Foro Central de Porto Alegre 


Prédio do Foro Cível de Porto Alegre
(Foto: Eduardo Nichele)
Inicia hoje (2/9) a segunda etapa da mudança de algumas Varas do Foro Central da Capital para o novo Foro Cível. A Corregedoria-Geral da Justiça, através do Ato nº 058/2013, autorizou o fechamento de algumas Varas como forma de possibilitar o transporte dos processos e da estrutura dos cartórios para o novo endereço. Até o final do mês de setembro, as mudanças devem ser concluídas.
Confira o cronograma de fechamento das Varas:
2ª Etapa - De 02/09 a 13/09  
  • 1ª a 8ª Varas de Família e Sucessões
  • 14ª a 20 Varas Cíveis  
  • 1ª e 2ª Varas da Fazenda Pública
  • Projeto Reforço - Módulos 5 a 8
3ª Etapa - De 16/09 a 27/09
  • Vara das Precatórias Cíveis
  • Vara de Falências, Concordatas e Insolvências
  • Vara de Acidentes do Trabalho
  • 3ª a 8ª Varas da Fazenda Pública
  • 10ª a 12ª Varas da Fazenda Pública
  • Porteiro dos Auditórios – onde acontecem as Praças
  • Projeto Saneamento
Ficam suspensos os prazos processuais, com o atendimento das medidas urgentes em regime de plantão.
A estrutura para funcionamento do Plantão, para atendimento das medidas urgentes dessas Varas, na respectiva etapa da mudança, vai funcionar na sala 1012, 10º andar do Foro Central - Prédio I, junto ao Auditório;
Pelo Protocolo Judicial dos Foros Central e Regionais e do Shopping Praia de Belas não serão recebidas as petições e processos das Varas na respectiva etapa da mudança.
O recebimento de iniciais pela Distribuição vai funcionar normalmente neste período.
As audiências já marcadas para as datas das mudanças serão transferidas. Para mais informações, advogados e partes devem entrar em contato diretamente com o cartório da Vara onde tramita o respectivo processo.

EXPEDIENTETexto: Rafaela Souza
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br
 

Publicação em 02/09/2013 09:00
Esta notícia foi acessada 9661 vezes.

Pensamentos de Sólon

http://kdfrases.com/frase/154812

As leis dos Homens.....

http://kdfrases.com/frases-imagens/frase-as-leis-sao-como-as-teias-de-aranha-que-apanham-os-pequenos-insectos-e-sao-rasgadas-pelos-grandes-solon-154812.jpg



As leis são como as teias de aranha que apanham os pequenos insectos e são rasgadas pelos grandes. (Sólon)





  • Paulo Leonardo Castilho Pires Veja que Filósofo e ProfetaOProfeta nunca tem a tendencia de falar o que SABE......qUE fica claro que o se diz aqui foram RESPOSTAS dobre o ASSUNTO.>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Antes de tudo na frase deveriam demonstrar ou especificar quem são os pequenos e grandes, e assim quando se definido já da pra saber que tem a tendencia a te fazer pensar por um dos dois lados, nunca imparcial.
    a própria frase ênfase -> Lei dos homens
    já é tendenciosa..
    por exemplo: Nós sabemos que existem outras leis nos quais não somos nós que regemos, como por exemplo as leis da natureza, as leis da física, mas essa Lei dos Homens nessa frase faz um contraponto proposital e tendencialmente religioso, ou seja ( lei dos homens # lei de deus )
  • Paulo Leonardo Castilho Pires vEJA que no caso é o comportamento de UM CRENTE que dá sentido ao deus DOS HOMENS e não ao DEUS HOMEM
    alguns segundos atrás · Curtir


    Leia o que vc escreveu???
    Um filósofo e um PROFETAOPROFETA tem as mesmas posições......

    00:56
    ?? rsrs' não entendi, isso foi uma crítica? ( só lembrando que eu aceito criticas numa boa, nunca levo pro pessoal viu )
    rsrsrs'
    Sei claro.....Muitos que estão no DEBATES..... não pensam no que falam
    Por isso me afastei de lá.....



    2 então
    tanto que eu só entro em debates que eu vejo que vale a pena la
    até um ponto
    porque depois se torna baboseira e nem da mais vontade de continuar
    dai eu abandono discussão mesmo e nem ligo...
    O sábio não tem que provar NADA.....Ele deve Introduzir o ASSUNTO.....


    eu penso diferente
    ele deve sim introduzir o assunto, mas que comprove o que fale!
    Hoje eu entrei em debate com meu professor de biologia e o de filosofia
    eles me disseram ( a prova de que deus existe são os testemunhos )
    01:05
    O sábio sabe muito mais

    mas se for questão de testemunho, mesmo assim deve ser provado, você não concorda?
    Fim da conversa no bate-papo
    Vinícius está digitando...
    Porque eu posso também apresentar 50 pessoas que dizem com convicção de que acreditam em papai noel... e ai? Vai valer essa lei dos testemunhos pra eles também?
    Eles apresentaram a tese/assunto, deus é provado por meio de testemunhos...
    porém falta ai a comprovação, toda tese precisa de uma explicação e comprovação
    o sábio tem que saber demonstrar essa explicação e comprovação de um modo o qual todos devem entender

    01:08
    No caso preste ATENÇÃO NO QUE ELES FALAM no DEBATE???
    e no que vc está tentando encaminhar......

Conhecimento Milenar.....

http://red.libreopinion.com/miembros/marcos_elprofe/gallery/my-galleries/pa-kua/patronpakua


Patron Pakua

Introdução a Astrofísica

http://b63fa900-f5c1-46e2-b3e4-4a01a78bc2d0.3.exai.com/destaques/julho-2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

tIRANDO AS TEIA DE ARANHA

Foto: Olhem só a situação dessa pobre coitada, uauauauauauaua

Descoberta de Pirâmides na Antártica continua um enigma

http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=4870&Itemid=88


Descoberta de Pirâmides na Antártica continua um enigmaPDFImprimirE-mail
Por Administrator   
04 de setembro de 2013
 
Foto de uma das pirâmides descoberta na Antártica


Por Milton Frank

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártica, por uma equipe de cientistas americanos e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas cerca de 20 km rumo ao interior, enquanto a terceira era muito perto da costa.

Os primeiros relatórios sobre as pirâmides apareceu na mídia ocidental no ano passado. Algumas fotos foram publicadas em alguns sites com um comentário que as estruturas estranhas poderiam servir como prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o suficiente para ter tido uma antiga civilização que ali viviam.

Até agora, pouco se sabe sobre as pirâmides e a equipe que mantém silêncio sobre a descoberta. A única informação confiável fornecida pelos cientistas é que eles estavam planejando uma expedição a estas pirâmides para continuar a investigar e determinar com certeza se as estruturas são artificiais ou naturais. Nenhum detalhe foi dado sobre o calendário da expedição.

Se os pesquisadores provarem que estas pirâmides são estruturas feitas pelo homem, a descoberta poderá levar a uma revisão da história da humanidade, pois nada se sabe até hoje sobre antigas civilizações na Antártica.
Última Atualização ( 04 de setembro de 2013 )

Heracleion a cidade perdida e seus segredos

http://filhosdehiran.blogspot.com.br/2013/08/heracleion-cidade-perdida-e-seus.html

A antiga cidade egípcia perdida submersa sob o mar há 1.200 anos está começando a se revelar como era a vida no lendário porto de Thonis-Heracleion.


Heracleion desapareceu sob o Mediterrâneo em torno de 1.200 anos atrás  Foto: Franck Goddio / Hilti Foundation, gráfico: Yann Bernard

Durante séculos, acreditava-se ser uma lenda, uma cidade de extraordinária riqueza mencionada por Heródoto, visitado por Helena de Tróia e Paris, seu amante, mas aparentemente esta enterrado no fundo do mar.
A verdade, Heracleion é que existiu de fato. Há uma década, mergulhadores começaram descobrir os seus tesouros, os arqueólogos têm produziram um retrato de como era a vida na cidade na época dos faraós.
A cidade, também chamada de Thonis, desapareceu sob o Mediterrâneo em torno de 1.200 anos atrás, e foi encontrado durante uma pesquisa da costa egípcia no início da década passada.
Agora sua vida no centro das rotas de comércio naqueles tempos clássicos estão se tornando mais claros. Pesquisadores ja tem a visão de que esta cidade foi o principal centro costumes, através do qual todo o comércio da Grécia e em outras partes do Mediterrâneo entravam no Egito.

  • Foto: Christoph Gerigk
Eles descobriram os restos de mais de 64 navios enterrados na argila grossa e areia que agora cobre o fundo do mar. As moedas de ouro e pesos feitos de bronze e pedra também foram encontrados, sugerindo o comércio que passou.
16 estátuas gigantes foram descobertas e trazidas para a superfície,  os arqueólogos também encontraram centenas de estátuas menores de deuses  no fundo do mar.
Lajes de pedra inscritas em  os egípcio e grego antigo antigos  também foram trazidas para a superfície.
Dezenas de pequenos sarcófagos de pedra calcária também foram recentemente descobertas por mergulhadores e acredita-se que com animais mumificados, colocados lá para apaziguar os deuses.
Dr. Damian Robinson, diretor do Centro Oxford de Arqueologia Marítima da Universidade de Oxford, que faz parte da equipe que trabalha no local, disse: "É uma grande cidade que estão escavando.
"O sitio tem uma preservação incrível. Estamos agora começando a olhar para algumas das áreas mais interessantes dentro dele para tentar entender a vida que lá existiu.
"Estamos recebendo um retrato rico de coisas como o comércio que estava acontecendo lá e a natureza da economia marítima no período final egípcio. Havia objetos que vinham da Grécia e dos fenícios.

Foto: Christoph Gerigk
"Temos centenas de pequenas estátuas de deuses e estamos tentando descobrir onde os templos para esses deuses estavam na cidade.
"Os navios são realmente interessantes, uma vez que é o maior número de navios antigos encontrados em um só lugar e encontramos mais de 700 âncoras antigas até agora."
Os pesquisadores, que trabalham com os fabricantes de documentários de TV alemães, também criaram uma reconstrução da cidade tridimensional.
No seu coração teve um enorme templo ao deus Amon-Gereb, o deus supremo dos egípcios na época.
Deste estendeu uma vasta rede de canais e canais, o que permitiu a cidade se tornar o mais importante porto do Mediterrâneo na época.
No mês passado, os arqueólogos de todo o mundo reuniram-se na Universidade de Oxford para discutir as descobertas,  começam a emergir os tesouros encontrados em Heracleion, nomeado para Hércules, que segundo a lenda , esteve lá.

Dr. Robinson afirma: "Foi o maior porto de comércio internacional para o Egito neste momento. É onde a tributação foi tomada em importação e exportação. Tudo isso foi executado pelo templo principal. "


Foto: Reuters
Submerso menos de 150 metros de profundidade na água, o local fica onde  é hoje a Baía de Aboukir. No século 8 aC, quando acredita-se que a cidade teria sido  construída, na foz do delta do rio Nilo,  que se abria para o Mediterrâneo.
Os cientistas ainda têm pouca idéia do que levou a cidade a afundar na água cerca de 1.000 anos mais tarde, mas pensa-se que o gradual aumento do nível do mar, combinada com um colapso repentino do sedimento instável,a cidade construída caiur em cerca de 12 pés.
Com o tempo, a cidade desapareceu da memória e da sua existência, juntamente com outros povoados perdidos ao longo da costa, só era conhecido de alguns textos antigos.
Arqueólogo subaquático francêsFrank Dr Goddio foi o primeiro a descobrir a cidade ao fazer o levantamento da área, enquanto procurava navios de guerra franceses que afundaram lá na batalha do Nilo século 18.


Quando os mergulhadores começaram a peneirar através das espessas camadas de areia e lama, eles mal podiam acreditar no que eles estavam  encontrando.
"A evidência arqueológica é simplesmente impressionante", disse o Professor Sir Barry Cunliffe, um arqueólogo da Universidade de Oxford também tem vindo a tomar parte na escavação.
"Ao menter intocada e protegida por areia no fundo do mar durante séculos elas são brilhantemente preservada."
Os pesquisadores agora também esperam encontrar alguns sarcófagos usado para enterrar os seres humanos em algumas das áreas periféricas em torno da cidade submersa.
"As descobertas aumentam a importância do local específico da cidade que está na 'boca do Mar do grego'", disse o Dr. Goddio, que liderou a escavação.
"Estamos apenas no início de nossa pesquisa. Nós, provavelmente, teremos de continuar trabalhando nos próximos 200 anos para Thonis-Heracleion ser plenamente revelado e compreendido. "

fonte The Telegraph