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quarta-feira, 27 de março de 2013

A Política da Suécia

Política

A Suécia é uma monarquia constitucional, onde o rei Carlos XVI Gustavo é o chefe de Estado, porém com poderes limitados a funções oficiais e cerimoniais.[32] A Economist Intelligence Unit, embora reconhecendo que a democracia é algo complexo de ser medido, classificou a Suécia no primeiro lugar do Índice de Democracia, entre 167 países.[33] O principal órgão legislativo da nação é o Riksdag (Parlamento da Suécia), com 349 membros que escolhem o primeiro-ministro do país. As eleições legislativas são realizadas a cada quatro anos, no terceiro domingo de setembro.
Constitucionalmente, o Riksdag (Parlamento) detém a autoridade suprema na Suécia moderna. O Riksdag é responsável pela escolha do primeiro-ministro, que depois designa o governo (ministros). O poder legislativo é exercido apenas pelo Riksdag. O poder executivo é exercido pelo governo, enquanto o judiciário é independente. A Suécia não tem controle de constitucionalidade. Atos dos decretos do parlamento e do governo podem ser inaplicáveis a todos os níveis se forem manifestamente contra a lei constitucional. No entanto, devido às restrições a esta forma de controle de constitucionalidade e de um judiciário fraco, teve poucas consequências práticas.
O Partido Operário Social-Democrata da Suécia tem desempenhado um papel de liderança política desde 1917, depois dos reformistas confirmarem a sua força e dos revolucionários abandonarem o partido. Após 1932, os gabinetes foram dominados pelos social-democratas. Apenas quatro eleições gerais (1976, 1979, 1991 e 2006) deram cadeiras suficientes no Parlamento ao bloco de centro-direita para formar um governo. No entanto, o fraco desempenho econômico desde o início da década de 1970 e, especialmente, na crise no início dos anos 1990, forçaram a Suécia a reformar seu sistema político para se tornar mais parecido com o de outros países europeus. Na eleição geral de 2006 o Partido Moderado, aliado ao Partido do Centro, Partido Popular e aos Democratas Cristãos, com uma plataforma política comum, ganhou a maioria dos votos. Juntos, eles formaram um governo de maioria, sob a liderança do líder do Partido Moderado, Fredrik Reinfeldt. A eleição em setembro 2010 viu a primeira penetração dos Democratas da Suécia no Riksdag. Nesta eleição os Moderados ganharam pelo menos 10 assentos, mas os outros partidos no bloco conservador recuaram, como também aconteceu com os social-democratas, perdendo 17 cadeiras. Tanto o Bloco Conservador e do Bloco Socialista recusaram-se a formar uma coalizão, incluindo os Democratas da Suécia.[34]
Palácio de Estocolmo, a sede oficial do rei da Suécia.
O comparecimento nas eleições suecas sempre foi alto em comparação com outros países, embora tenha diminuído nas últimas décadas e atualmente esteja em torno de 80% (80,11 em 2002 e 81,99% em 2006). Os políticos suecos gozavam de um elevado grau de confiança dos cidadãos na década de 1960, mas, desde então, isso tem diminuído de forma constante e o país tem um nível muito baixo de confiança em relação aos seus vizinhos escandinavos.[35]
Alguns políticos suecos se tornaram conhecidos em todo o mundo, como Raoul Wallenberg, Folke Bernadotte, o ex-Secretário Geral das Nações Unidas Dag Hammarskjöld, o ex-primeiro-ministro Olof Palme, o ex-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores Carl Bildt, ex-Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas Jan Eliasson, e o ex-inspetor do Iraque da Agência Internacional de Energia Atômica Hans Blix.

O Clima na Suécia??

Clima

A maior parte da Suécia tem um clima temperado, apesar de sua latitude norte, com quatro estações distintas e temperaturas amenas durante todo o ano. O país pode ser dividido em três tipos de clima; a parte mais ao sul tem um clima oceânico, a parte central tem um clima continental úmido e a parte norte tem um clima sub-ártico. No entanto, a Suécia é muito mais quente e seca do que outros lugares situados em uma latitude similar, e até mesmo um pouco mais ao sul, principalmente devido à Corrente do Golfo.[8][9] Por exemplo, a Suécia central e meridional tem invernos muito mais quentes do que muitas partes da Rússia, Canadá e norte dos Estados Unidos.[10] Por causa de sua alta latitude, a duração do dia varia muito. No norte do Círculo Polar Ártico, o sol nunca se põe em parte de cada verão e ele nunca nasce em parte de cada inverno. Na capital, Estocolmo, o dia dura mais de 18 horas no final de junho, mas apenas cerca de seis horas no final de dezembro. A Suécia recebe entre 1.100 a 1.900 horas de sol por ano.[11][12]
As temperaturas variam de norte a sul. As partes sul e central do país tem verões quentes e invernos frios, com temperaturas médias elevadas de 20 a 25 °C[13] e baixas de 12 a 15 °C[14] no verão e temperatura média de -4 a 2 °C no inverno,[15] enquanto a parte norte do país tem verões mais curtos e frios e invernos mais longos, mais frios e com neve, com temperaturas que, muitas vezes abaixo de zero de setembro a maio.[16][17] Ocasionais ondas de calor podem ocorrer algumas vezes por ano e temperaturas acima de 30 °C ocorrem em vários dias durante o Verão, por vezes mesmo no norte. A temperatura mais alta já registrada na Suécia foi de 38 °C em Malilla em 1947, enquanto a temperatura mais baixa já registrada foi de -52,6 °C em Vuoggatjålme em 1966.[18][19]
Em média, a maior parte da Suécia recebe entre 500 e 800 mm (20 e 31) de precipitação por ano, tornando-se consideravelmente mais seca do que a média global. A parte sudoeste do país recebe mais precipitação, entre 1000 e 1200 mm e algumas zonas de montanha no norte do país estão estimadas para receber até 2.000 mm. A neve ocorre principalmente entre dezembro e março no sul da Suécia, de novembro até abril no centro da Suécia e de outubro a maio no norte da Suécia. Apesar do norte, sul e centro da Suécia tenderem a ser praticamente livres de neve em alguns invernos.[20][21]

Reino da Suécia???

Suécia (em sueco: Sverige), oficialmente Reino da Suécia (em sueco: Konungariket Sverige), é um país nórdico, localizado na Península Escandinava na Europa Setentrional. A Suécia divide fronteiras terrestres com a Noruega, a oeste, e com a Finlândia, a nordeste, além de estar ligada à Dinamarca através da Ponte do Øresund, no sul.
Com 450 295 km², a Suécia é o terceiro maior país da União Europeia em termos de área e possui uma população total de cerca de 9,2 milhões de habitantes. A Suécia tem uma baixa densidade populacional, com cerca de 21 habitantes por quilômetro quadrado, mas com uma densidade consideravelmente maior na metade sul do país. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas. A capital e maior cidade da Suécia é Estocolmo (com uma população de 1,3 milhões na área urbana e de 2 milhões na área metropolitana), centro do poder político e econômico do país. A Suécia é membro fundador da ONU, da União Européia desde 1 de Janeiro de 1995, e da OCDE.
A Suécia é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo e é uma economia altamente desenvolvida e diversificada. O país ocupa o quarto lugar do mundo no Índice de democracia, depois da Islândia, da Dinamarca e da Noruega, segundo a prestigiada revista inglesa "The Economist". O país ainda é considerado um dos mais socialmente justos da atualidade, apresentando um dos mais baixos níveis de desigualdade de renda do mundo[2]. Isso se reflete no fato da Suécia estar, desde que a ONU começou a calcular o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de seus membros nos anos 80, entre os mais bem colocados países do mundo de acordo com o indicador.
A Suécia emergiu como um país independente e unificado durante a Idade Média. No século XVII o país expandiu seus territórios para formar o Império Sueco. A maior parte dos territórios conquistados fora da Península Escandinava foram perdidos durante os séculos XVIII e XIX. A metade oriental da Suécia, o que hoje é a Finlândia, foi perdida para a Rússia em 1809. A última guerra na qual a Suécia esteve diretamente envolvida foi em 1814, quando a Suécia forçou por meios militares a Noruega a se juntar ao país e criar o Reino da Suécia e Noruega, uma união que durou até 1905. Desde então, a Suécia ficou em paz, com a adoção de uma política externa não-alinhada em tempos de paz e de neutralidade em tempo de guerra.[3]

A Política de Sri Lanca

Política

O Sri Lanka é uma república. O presidente do país é eleito directamente para um mandato de seis anos, e ocupa a função de chefe de Estado, chefe de Governo e comandante-chefe das Forças Armadas. Responsável pelo Parlamento para o exercício dos deveres sob o constituição e das leis, o presidente pode ser removido do gabinete por dois terços do Parlamento e por decisão favorável do Tribunal Supremo.
O presidente tem que encaminhar a relação de ministros ao Parlamento. O deputado eleito indicado pelo presidente é o principal ministro, sendo responsável pela liderança do partido do governo no Parlamento. O sistema legislativo no de Sri Lanka é unilateral, com 225 membros eleitos por sufrágio universal. Os parlamentares representam os distritos do país durante seis anos.
O partido que receber o maior número de votos válidos em cada distrito eleitoral ganhará uma nova cadeira no Parlamento. O presidente pode convocar o Parlamento para uma sessão extraordinária, para definir a dissolução da câmara representativa. Um exemplo disso é quando o Parlamento foi dissolvido em 7 de fevereiro de 2004 pelo presidente Chandrika Kumaratunga. Novas eleições aconteceram no dia 2 de abril, e a posse aconteceu no dia 23 do mesmo mês.

Histórico de Sri Lanca



Bandeira de Ruanda
Brasão de armas do Sri Lanka
Bandeira Brasão de armas
Lema: nenhum
Hino nacional: "Sri Lanka Matha" ("Mãe Sri Lanka")
Menu
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Gentílico: cingalês(a)[1]

Localização  República Democrática Socialista do Sri Lanka
Capital Kotte
6° 54' N 79° 59' E
Cidade mais populosa Colombo
Língua oficial cingalês e tâmil
Governo República semipresidencialista
 - Presidente Mahinda Rajapaksa
 - Primeiro-ministro D. M. Jayaratne
 - Presidente do Parlamento Chamal Rajapaksa
 - Presidente do Supremo Tribunal de Justiça Shirani Bandaranayake
Independência do Reino Unido 
 - Data 4 de fevereiro de 1948 
 - República 22 de maio de 1972 
Área  
 - Total 65.610 km² (119.º)
 - Água (%) 4,4
 Fronteira não possui; aproxima-se da Índia, a noroeste.
População  
 - Estimativa de 2008 21.128.773[2] hab. (53.º)
 - Densidade 305 hab./km² (24.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2009
 - Total US$ : 96.527 bilhões[3] 
 - Per capita US$ : 4.079[3] 
IDH (2012) 0,715 (92.º) – elevado[4]
Gini (2003-04) 50,0 [5]
Moeda Rupia ceilandesa (LKR)
Fuso horário (UTC+5:30)
 - Verão (DST) não observado (UTC+5:30)
Clima Tropical e tropical úmido
Org. internacionais ONU, G15, SAARC, Comunidade das Nações
Cód. ISO LKA
Cód. Internet .lk
Cód. telef. +94
Website governamental http://www.gov.lk/

Mapa  República Democrática Socialista do Sri Lanka

Alguns Países que meu Blog é Conhecido....

Meu Blog atinge Sri Lanca......http://pt.wikipedia.org/wiki/Sri_Lanka

terça-feira, 26 de março de 2013

Para que Lado vai a Brasa???

Para que Lado vai a Brasa??
http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/lideres-anunciam-reuniao-para-tentar-convencer-feliciano-renunciar.html

26/03/2013 22h19 - Atualizado em 26/03/2013 22h26
Líderes anunciam reunião para tentar convencer Feliciano a renunciar
Eles programaram para a próxima terça encontro com deputado do PSC.
Protestos impedem funcionamento da comissão que Feliciano preside.

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
133 comentários

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e líderes partidários anunciaram nesta terça-feira (26) que farão uma reunião na próxima semana para tentar convencer o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) a renunciar à presidência da Comissão de Direitos Humanos.

As lideranças partidárias se reuniram à noite no gabinete de Henrique Alves em busca de uma solução para o impasse gerado com a decisão do PSC de manter Feliciano no comando do colegiado. Os parlamentares agendaram para a próxima terça (2), às 11h, encontro para alertar o deputado de que ele não possui apoio para continuar na comissão.

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Brincando de Esconder???

Coluna de Newton Alvim - E eles não “enchergam” os erros - Jornal A Notícia

Coluna de Newton Alvim - E eles não “enchergam” os erros - Jornal A Notícia

sábado, 23 de março de 2013

Crimes de deus e do Xrhistus


O Jeitinho para nao ser Preso????

https://twitter.com/BlogdoNoblat/status/315477901795524609/photo/1

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